quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

casa de amiga

copos, pratos, janela pra uma rua de ruídos esporádicos, cinzeiro cheio, pote de bis, música num radinho que sobrou da casa antiga.

bancos psicodélicos nos remontam, cada terço do corpo encaixa em outro terço, somos laranjas com roxo e verde e algo sempre negro, sempre alí, unindo silenciosamente nossas almas livres, docemente acomodadas nesse novo lar.

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